sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Crossed + 100 Anos #04 Extras

Aqui, como já sabem, estão os extras e vocabulário. Não leiam antes de ter lido a edição.
A “capa futuro” faz alusão a uma edição do livro “Um cântico para Leibowitz.



Página 1

Q1
O avião que aparece na cena, segundo dizem, tem alusão ao que aparece na página 8 de Crossed # 0.





Q2
Esfregar – matar.
Q3
Craniar – pensar, imaginar

Página 2
Q1
Pessoaldade – humanidade
Q2
Sexar – prejudicar
Q3
Caipipodres – infectados “do interior”.
Dá para perceber que a segunda pessoa da direita pra esquerda é a velha George, quando jovem. Repare na sua tatuagem.





Página 3
Q1
Reconhece-se a cidade de Murfreesboro, TN, e o prédioo é a Rutherford county Courthouse, assim como o monumento aos confederados.
Muçulmanos “existem desde 1982” refere-se a inauguração do centro islâmico de murfreesboro, o que gerou certa controvérsia na época.






Q2
Apertado, apertar – tornar seguro, firme
 

Página 4
Q1
Visão panorâmica da cidade de Murfreesboro.
O título é uma alusão a novela de Walter M. Miller.
Surpresa – como é chamado o dia em que a infecção começou.
Q2
Obver – ver
Q3

Onibuss – ônibus. No original, é “buss”
Radionet – rádio-amador
Q4
Audiar – ouvir
 

Página 5
Q1
Expechefe – chefe de expedição
Q4
Imadame – no original “Ima´am”; uma união dos termos “imã” (o sacerdote muçulmano) com “madame”. Curioso que normalmente, imãs são apenas homens.
Página 6
Q1
É – “oi”, “olá”
Q2
Estradada – ir por estradas

Mustaqba – o nome do arquivista remete a expressão árabe “al-mustaqbal”, que é “futuro” em árabe.
“tims Ford”refere-se a barragem do rio Elk.
Q4
Mano – no original “slim”. Apesar da palavra significar “magro”, ela remete a muslim”, muçulmano. Daí usei o termo como “çulmano” ou “mano”.
 

Página 8
Q1
Gasparzar – assombrar, assustar
Carigreja – louco, aficionado
Q2
Filme – maneiro, legal.
Q3
“tetas de baixo” – bunda

Página 10
Q1
Aos – “até onde sabemos”
Q5

Desastrados – danificados
Nucleroupa – roupa de proteção contra radiação.
 

Página 11
Q1
F.D.  - “ficção desejosa”, ficção científica.
Cristos – como são chamados os seguidores da fé cristã no mundo de Crossed.
Bolas-horror – horrores, ou como se referem a atitudes de infectados.
Q2
Abver – ver

Página 12
Q3
Repare no anel da perna da avestruz. Foi assim que o pessoal de Chooga descobriu que suas avestruzes estavam sendo roubadas; eles estavam marcadas.





Q4
Breus – hebreus, judeus.

Página 14
Q1

A expressão que o crossed esta citando é um pangram, uma sentença que contem todas as letras do alfabeto. Normalmente são usadas para testar teclados e fontes.

Pagina 16
Q1
Disastros – acidentes, desastres.
Q2
Aviáurios – locais de criação de aves.
Q3
Borrados – mortos
Kufir – alusão ao termo “kaafir” (infiel)
Zero – oito – referente a época do começo da infecção (2008)

Página 17

Q1
“hooch Bag Ill” é o que restou do letreiro da casa de Future. Veja na página  de crossed 3.

Página 18
Q2
Apertado, inchado – tenso, preocupado.

Página 19
Q2
Cranibeber – planejar
 

Página 20
Q4
Apalachianos – refere-se às montanhas apalachianas.


Da página 20 a 23, leitores encontraram vários simbolismos, e até previsões do que está por vir na história. Na página 21 q1, Hope escolhe um cavalo de rosto branco;  pode ser uma alusão ao cavaleiro da Morte do apocalipse. O “retrocesso” de Future – que começou a série andando em objetos mais mecanizados, como o ônibus e a barca, e agora anda de cavalo


 – tem semelhança com o protagonista do álbum A Small Killing ( que você também encontra no blog), também de Moore, que começou a série de avião, depois foi para a bicicleta, e, enfim, a pé. Por fim, as flores na página 23 – bacias – foram interpretadas como uma conotação sexual, em contraste ao clima de morte que se desenha. 










2 comentários:

Anônimo disse...

Eu espero que no futuro não exista o Islã.

roberto hollanda disse...

particularmente, acho esta a edição onde menos concordo com Alan Moore, pelo menos sob uma visão de verossimilhança. Não acredito que as pessoas fossem tão "safadinhas", desejosas de sexo, numa sociedade onde a perversão tornou-se um "aspecto" da doença. o simples fato da pessoa desejar transar, seria desconfiado como um possível infectado. E não acredito num islamismo mais "liberal", ainda mais após um apocalipse. Acredito que as pessoas seriam ainda mais temerosas do "castigo" divino. Mas Moore é livre pra escrever seus "sonhos".